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Recalque: Processo de defesa do ser humano contra sentimentos que trazem algum tipo de conflito psíquico.
D.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Do que acontece - Parte I
Para todas as coisas existem um começo.
Esse texto é das coisas que não acontecem.
Medo?
De todas as coisas que aconteceram o que mais nos chama atenção é o que não aconteceu. Não pense que é um tema forçoso, repetido, imaturo. Todos fazemos isso e depois atribuímos ao destino o fato de que quando a porta não se abre, abre-se uma janela. Bem característico de quem não soube abrir sem espiar, de quem não sabia o que ser.
Ser o quê para receber?
O que julgamos como desconhecido quase sempre é mais do que conhecido, é somente o que nos causa aversão. Nem sempre o que não aconteceu era desnecessário. Se apoiássemos sobre a mesa nossa incrível fascinação pelo controle, entenderíamos muitas coisas que necessitamos saber sobre nós. Entenderíamos que o que não aconteceu simplesmente não aconteceu porque durante mais da metade de nossos dias tentamos nos tornar outros, nos capacitar para sermos outros. A própria rejeição. Tão inconsciente... Não! Tudo consciente quando falamos do que rejeitamos. Ora, se rejeitamos foi porque fomos conscientes do que aceitamos, do que buscamos, do que pretendemos melhorar.
Passamos o dia a suprir necessidades. Motivações nada mais são do que necessidades. Ao desenvolvê-las nós deixamos de ser algo velho para ser algo novo. E naquele exato momento em que decidimos pelo novo estávamos conscientes e seguros de que, ao suprir essa necessidade, seríamos exatamente o contrário do que estávamos sendo. Ou seja, impedimos que coisas acontecessem.
D.
Continua...
Esse texto é das coisas que não acontecem.
Medo?
De todas as coisas que aconteceram o que mais nos chama atenção é o que não aconteceu. Não pense que é um tema forçoso, repetido, imaturo. Todos fazemos isso e depois atribuímos ao destino o fato de que quando a porta não se abre, abre-se uma janela. Bem característico de quem não soube abrir sem espiar, de quem não sabia o que ser.
Ser o quê para receber?
O que julgamos como desconhecido quase sempre é mais do que conhecido, é somente o que nos causa aversão. Nem sempre o que não aconteceu era desnecessário. Se apoiássemos sobre a mesa nossa incrível fascinação pelo controle, entenderíamos muitas coisas que necessitamos saber sobre nós. Entenderíamos que o que não aconteceu simplesmente não aconteceu porque durante mais da metade de nossos dias tentamos nos tornar outros, nos capacitar para sermos outros. A própria rejeição. Tão inconsciente... Não! Tudo consciente quando falamos do que rejeitamos. Ora, se rejeitamos foi porque fomos conscientes do que aceitamos, do que buscamos, do que pretendemos melhorar.
Passamos o dia a suprir necessidades. Motivações nada mais são do que necessidades. Ao desenvolvê-las nós deixamos de ser algo velho para ser algo novo. E naquele exato momento em que decidimos pelo novo estávamos conscientes e seguros de que, ao suprir essa necessidade, seríamos exatamente o contrário do que estávamos sendo. Ou seja, impedimos que coisas acontecessem.
D.
Continua...
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